Doce mineiro do jeito que a Dona Lázara ensinou.
Doce de leite, goiabada, cocada, bananada. Leite fresco, fruta de verdade, pouco ingrediente. Receita de Uberlândia desde os anos 60.
Dona Lázara Terezinha
Começou em Ituiutaba no fim dos anos 60, com goiaba do quintal e tacho no fogo. Hoje a gente faz do jeito dela, com o que ela usava.
Goiaba do quintal. Tacho no fogo.
No fim dos anos 60, Dona Lázara Terezinha começou a fazer goiabada cascão com goiabas do próprio pomar para ajudar no sustento de uma família de dez filhos.
Depois veio a geleia de mocotó. Era uma mulher visionária, sabia que as pessoas estavam saindo do campo, mas não perdiam o costume de comer os doces da roça.
O doce pegou estrada numa Variant azul
Já em Uberlândia, a produção cresceu. E a Variant azul virou parte do negócio.
Nos fins de semana, Dona Lázara enchia o carro de doces e rodava a região: armazéns, mercadinhos e barracas de queijo na beira da estrada. Conhecia cada cliente pelo nome.
A filha entra no negócio
Valdete, filha de Dona Lázara, começou a trabalhar cada vez mais ao lado da mãe.
Foi ela quem pegou uma receita de doce de leite e passou meses mexendo: menos açúcar, outro ponto, novos testes.
Até chegar ao doce de leite que acabaria virando o carro-chefe da família.
Cresceu. Quase quebrou. Continuou.
A fábrica cresceu, ganhou clientes fora de Minas e chegou a vender para outros estados.
No fim dos anos 90, uma crise apertou as contas e a estrutura teve de encolher.
A família reduziu a produção, ficou com poucos produtos mas fez o mais importante: não deixou o fogo do tacho apagar.
O nome da avó virou a marca.
Depois dos anos de UDI Doces e de uma fase menor do negócio, Marlon, neto de Dona Lázara, voltou a se dedicar aos doces da família.
A operação chegou a usar o nome Doces Millenium, até que veio uma pergunta durante um trabalho de reposicionamento:
por que não usar o nome da mulher que começou tudo?
Em 2022, Dona Lázara deixou de ser só a história por trás dos doces e passou a ser também o nome na marca.
De Uberlândia para o Brasil.
Em 2022, a Dona Lázara entrou no Origem Minas, do Sebrae, e foi parar numa grande feira em Uberlândia. Durante uma entrevista para uma TV local, uma repórter provou o doce e teve uma reação tão espontânea que o trecho viralizou.
Vieram outras feiras, novos compradores e os doces ganharam o Brasil.
Hoje, quatro gerações depois do primeiro tacho de Dona Lázara, filhos, netos e bisnetos seguem levando adiante a mesma história, agora em uma escala que ela provavelmente nunca imaginou.
Quatro jeitos de fazer doce. Escolhe o seu.
Mais vendido
Bala Puxa-PuxaBala de doce de leite pra puxar.4 doces
Doce de leite no poteCremoso, no vidro. O clássico da feira.8 doces
Doces na lataDe colher, igual no armazém.8 doces
De corte, na caixinhaFirminha, de corte, na caixa de madeira.3 doces
Uma receita de família, muitos doces
Mais vendidoPuxa-Puxa
Lata
Lata
Lata
Presente
Presente
Presente
EsgotadoPresenteO que todo mundo pergunta antes de comprar
Por que custa mais que o doce do mercado?
Porque não é feito do mesmo jeito. Doce de mercado é amido, glicose e leite em pó pra render mais. O nosso é leite fresco, fruta de verdade e a receita que a Dona Lázara levou décadas pra acertar. Você sente a diferença na primeira colherada.
Faz entrega? Quanto tempo demora?
Sai de Franca, SP, pro Brasil inteiro. Assim que a gente processa teu pedido, o código de rastreio cai no teu e-mail e no teu WhatsApp. O prazo pro teu endereço aparece na hora de fechar o pedido. Daí é só acompanhar a viagem.
Chega derretido? Aguenta o calor?
A Puxa-Puxa e os cremosos aguentam a estrada, calor de Nordeste incluso. Saem cuidadosamente embalados pra não amassar nem vazar. E se der um azar no transporte, você já sabe: a gente resolve.
E se não chegar? E se eu não gostar?
Você chama a gente e a gente resolve. Não chegou, reenvia ou devolve o dinheiro. Não gostou, mesma coisa. São 4.792 avaliações e nenhuma veio de gente que ficou sem resposta.
Do que é feito? Tem conservante, tem leite?
Leite fresco, açúcar, fruta ou coco. Alguns levam um conservante pra aguentar a viagem. A lista completa, com os alergênicos, está no rótulo e na página de cada doce. Nada que você precise de dicionário pra entender.
O doce chega fresco?
A gente recebe doce da fábrica toda semana, pra trabalhar sempre com o que a Dona Lázara tem de mais fresco. Medo de doce velho, aqui, você não precisa ter. O único risco é queimar a boca com doce que praticamente acabou de sair do fogo.
Quem leva Puxa-Puxa acaba levando Kawá.
Café que não precisa de açúcar. Torrado depois do pedido. Combina com doce de leite melhor do que devia.
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