Bala de Coco Puxa-Puxa - 400g
Acabou. Esse foi rápido.
A Dona Lázara faz em pequena quantidade, sem pressa. Quando esse doce voltar pro tacho, ele volta pra prateleira. Deixa teu e-mail que eu te chamo na hora.
Quando ele voltar, a gente te avisa por e-mail.
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Pronto. Te chamo assim que ele voltar pra prateleira.
Ingredientes e informações
Tabela nutricional
| Quantidade por porção | 100g | 40g | %VD* |
|---|---|---|---|
| Valor Energético | 410 kcal | 164 kcal | 8% |
| Carboidratos | 82.0 g | 33.0 g | 11% |
| Açúcares totais | 82.0 g | 33.0 g | - |
| Açúcares adicionados | 72.0 g | 29.0 g | 58% |
| Proteínas | 6.8 g | 2.7 g | 5% |
| Gorduras Totais | 7.4 g | 3.0 g | 5% |
| Gorduras Saturadas | 4.6 g | 1.8 g | 9% |
| Gorduras Trans | 0.0 g | 0.0 g | - |
| Fibra Alimentar | 0.0 g | 0.0 g | 0% |
| Sódio | 110 mg | 44 mg | 2% |
Não é a bala de coco de festa. É de doce de leite.
A outra é branca, vem em papel franjado e só aparece em mesa de aniversário. Esta é bala de doce de leite da Dona Lázara: leite de vaca fresco, açúcar e coco, no ponto de puxa-puxa, sem amido e sem corante pra fingir cor.
Puxa no dente, estica na boca, solta o coco no meio do caminho e deixa o gosto de doce de leite com coco grudado no céu da boca, na memória e, se bobear, na obturação da tia. É bala puxa puxa de verdade, do tipo que pede silêncio na hora de mastigar.
Vai no bolso pra estrada, no pires do cafezinho, na gaveta do escritório e no esconderijo atrás do pote de arroz, único lugar da casa onde ninguém procura. Feita em Uberlândia desde 1970, é bala de coco artesanal com sotaque mineiro e cara de bala de doce de leite antiga, daquelas que a gente achava que tinham parado de fazer.
Guarde em lugar seco e arejado. Depois de aberta, geladeira. Na prática, o pacote de 400g não espera tanto.
Puxa-Puxa de Coco Dona Lázara. Puxa devagar que acaba rápido.
O doce da Dona Lázara sempre teve lista curta. Leite fresco, açúcar, e tempo. Sobretudo tempo.
O tempo cura tudo. Doce bom é que nem queijo curado, precisa de tempo pra criar a casca, pro sabor firmar. No fim das contas não é sobre o doce. É sobre a arte de esperar.
Mais doce da Dona Lázara
Vai chegar bem? O doce não derrete ou esborracha no caminho?
Em quanto tempo chega?
O doce chega fresco?
Tem glúten? Lactose? Amendoim?
Por que custa mais que o doce do mercado?
Serve pra presentear?
Você tem 30 dias pra provar o doce com calma.
Não gostou? Devolve. A gente paga tudo de volta. Sem cara feia, sem formulário de três páginas, sem atendente enrolando até você desistir.
Combinado de gente grande: se você pediu vários, pode abrir um. Os outros voltam fechados, do jeito que saíram daqui. Justo.
Mas guarda o medo na gaveta. Doce da Dona Lázara voltar é que nem mineiro recusar café: ninguém nunca viu. Esse doce não costuma voltar. Costuma acabar.
A única garantia que a gente torce pra nunca usar.