Bem-vindo à Coleção Origens
Se você chegou aqui pelo QR code do flyer: entrou pelo caminho certo. A Coleção Origens foi feita pra te colocar cara a cara com quatro perfis bem diferentes, daqueles que fazem você pensar: “pera… então é isso que café pode ser?”.
Aqui não tem teoria, nem palestra, nem textão técnico. Tem só o essencial: os 4 vídeos da Maria (um pra cada café) + uma introdução rápida pra você entender “quem é quem” antes do primeiro gole.
Como usar essa página:
Escolha um café abaixo, leia 20 segundos (só pra entrar no clima) e aperte o play.
Atalho
O mais famoso da casa (e o que mais derruba açúcar da rotina)
1) Kawá Caramelo
Você toma o café e sente sabor de caramelo e aroma de doce de leite, simples assim. O Kawá Caramelo é naturalmente doce, versátil e encaixa em qualquer método, do coado clássico ao espresso.
Mais de 30.000 pessoas já pararam de adoçar o café por causa dele. E quando perguntam “o que vocês colocam nesse café?”, a resposta é sem graça (do jeito bom): nada. É sabor natural, de grão bom e bem cuidado.
É também um recado meio direto: o amargor do café baratinho costuma ser defeito torrado junto. Aqui a ideia é outra: transformar um gole simples num momento importante do seu dia.
Já conhece? Seja bem-vindo outra vez. Não conhece? Uai… tá esperando o quê?
Dá o play: a Maria te mostra o preparo ideal do Kawá Caramelo.
O café que chega antes pelo cheiro… e depois pela memória
2) Caldo de Cana
Você abre os olhos e tem um perfume doce no ar. Só que não é o “cheiro de café” de sempre. É outra coisa, meio mistério, meio lembrança antiga.
Esse café é uma cena: feira, barraca, pastel estalando, e uma placa escrita de qualquer jeito: “Café com gosto de Caldo de Cana”. A fila anda devagar, mas quando a xícara chega… você entende por quê.
O sabor é doce sem ser enjoativo. Rico, profundo, sem pose. Como se café e caldo de cana tivessem sido feitos um pro outro. E aí vem a parte cruel: é microlote. Pouquíssimas pessoas vão provar.
Dá o play: a Maria te mostra o preparo ideal do Caldo de Cana.
Tropicália na xícara, com 100 horas de fermentação pra provar que é atitude
3) Frutas Tropicais
Esse aqui é o nosso microlote mais tropicalista. Café frutado de um talhão de Arara, daqueles que chegam cantando “alegria, alegria” antes mesmo de você levar a xícara na boca. É doce, é frutado, é Brasil sem pedir licença.
Na boca, é um caldo de frutas que abre em pêssego, calda de abacaxi e a acidez brilhante da laranja lima. Corpo aveludado, finalização docinha de média duração. Um café que parece fruta madura, colhida bem no ponto.
E não é só pose: foi com esse perfil que a Jotacê virou finalista do concurso da Alta Mogiana em 2021. No terreirão, sob os cuidados do José Carlos, o grão passa por mais de 100 horas de fermentação, até soltar fumaça. Ser tropical, afinal, não é questão de geografia. É questão de atitude.
Dá o play: a Maria te mostra o preparo ideal do Frutas Tropicais.
Pra quem não se contenta com metade da laranja
4) Salada de Frutas
A suavidade das frutas maduras, o sacolejo do café. Num mundo lotado de coisa artificial, esse microlote é uma grata surpresa. A fruta mais doce geralmente tá no alto da árvore, a primeira a ficar madura, a primeira a ser colhida. E na nossa safra, ele é esse: o que “puxa a fila”.
Nessa roupagem meio Pantera Cor de Rosa, ele chega provocando: tem gente que se contenta com “metade da laranja”. Aqui você leva a salada inteira.
Na xícara, é um labirinto de sensações reais: acidez de laranja, suavidade do mamão, lembranças de banana e maçã… e a pergunta inevitável: “eu tô bebendo café ou dando mordida em fruta?”.
Dá o play: a Maria te mostra o preparo ideal do Salada de Frutas.