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Bananada artesanal vs. industrial: que comecem os jogos

Todo doce que termina em ADA já tem um lugar especial no nosso peito, cê num acha? Marmelada, goiabada, cocada… e, é claro, não poderíamos deixar de mencionar a bananada, o doce de uma das frutas mais queridinhas do nosso Brasilzão.

Bananada Artesanal na lata da Dona Lázara

A banana é muito versátil, né, rapaz? Pra gente comer in natura, é só descascar e mandar pra dentro. Pra gente comer com outras coisas, ela vai bem cozida com doce ou com salgado. Pra você não se embananar com essas tantas possibilidades, já pega teu café e vem pra esta leitura!

Variedades de banana

Eita, fruta danada… tem uma penca de nome, já reparou? Aqui no Brasil, a gente encontra banana-da-terra, banana-maçã, banana-nanica (ou caturra), banana-ouro, banana-prata e por aí vai. Se não surgiu até hoje a banana-bronze, pra completar o pódio, certeza que ela ainda será descoberta. Haja variedade!

Elas têm tamanhos, sabores e texturas levemente diferentes, sendo utilizadas para finalidades variadas. Enquanto a banana-da-terra é muito usada na culinária para acompanhar pratos, podendo ser frita ou cozida, a banana-prata é bem popular em tortas por não ser tão doce, contrastando bem com cremes e caldas.

E pra fazer bananada? Qual delas dá pinta de ser a melhor? A variedade mais comum pra fazer doce de banana, seja cremoso, seja de corte, é a banana-nanica. Ela é mais adocicada e tem uma textura na medida, macia mas não molenga, que facilita o preparo e a incorporação de outros ingredientes. 

É claro que outras variedades podem ser utilizadas pra preparar o doce, mas elas irão influenciar a textura e o gosto. Aí, talvez seja necessário usar algum espessante ou abusar mais do açúcar. Portanto, a mais acertada é a banana-nanica mesmo. Nanica de nome, mas gigante no sabor!

Bananada artesanal

Tudo que é artesanal já faz a gente olhar com outros olhos. Carrega essa coisa bonita que é o preparo manual que leva tempo. Num mundo tão acelerado como o nosso, ter contato com essas artesanias é um privilégio. É quase como se esse doce fosse analógico.

Quando estamos falando de doce de banana, o produto artesanal é evidentemente muito diferente da versão industrial. A começar pelo critério da escolha das frutas: todas devem estar bem maduras, num ponto certo em que entregam textura e sabor na medida.

Inclusive, um fato curioso: a banana é uma fruta climatérica, ou seja, ela continua amadurecendo depois de ser colhida. Já o café é não climatérico, ou seja, para de amadurecer assim que sai do . A gente sempre compara esses dois pra mostrar como o cafezão é sensível — e é por isso que a colheita no momento exato é tão importante na produção de grãos especiais!

Ok, agora sim, voltando. Bananas selecionadas no ponto correto de amadurecimento. É isso que dá um sabor tão marcante ao doce artesanal, que tem uma concentração natural de fruta muito maior do que a bananada industrial.

Na produção artesanal, é feita uma redução da polpa de banana por meio de um cozimento lento e paciente. E não podemos nos esquecer de que esse é mais um exemplo de doce de tacho, um instrumento tão tradicional da cultura mineira, responsável por produzir tantas e tantas delícias.

É o tacho que possibilita encontrar o ponto correto. Se for para produzir uma iguaria cremosa, é preciso retirar o conteúdo do fogo antes. Porém, se a ideia for fazer um doce em barra, ele tem que ficar reduzindo ainda mais tempo. Viu só como leva tempo e muito cuidado pra fazer algo artesanal? O resultado carrega uma identidade única!

Bananada industrial

Ó, Zé, do jeito que a gente fala, parece até que a gente é apegado demais à roça. Mas veja: numa batalha entre a produção de doce de banana artesanal e a industrial, essa última vai amarelar. Quer ver por quê?

Saca só: a produção industrial tem uma pegada de padronização. Toda bananada feita em máquina vai sair igualzinha. Mas ela não tem o afeto das mãos que mexem o doce nem a memória da receita que passou de geração em geração. Vê a diferença que faz?

Além disso, tem a questão da produção em escala, que provoca a perda de características sensoriais. Se o foco é vender muito, o sabor e a textura não são mais a prioridade. Aí o gosto fica meio chapado. Tem banana ali, mas não tem muito valor. Chega a ser triste uma fruta tão popular como essa no nosso país ser só mais um docinho que tira o gosto de sal da boca depois do almoço, né?

Aqui, não! A Fazenda Jotacê vai atrás justamente do sabor da roça, daquela pegada rústica que só os produtos artesanais entregam. Doce de banana raiz é feito no tacho, tem aquele sabor incomparável e carrega a tradição da qual a gente se orgulha: valor cultural e técnica diferenciada. Aliás, falando nisso…

Yes, nós temos banana!

Lembra dessa marchinha, compadre? Alberto Ribeiro e Braguinha lançaram ela lá nos idos de 1938, e aqui nós repetimos de boca cheia: Yes, nós temos banana! Banana pra dar e vender! No nosso caso, são os doces da famosa, da maior que temos, da insuperável Dona Lázara.

"Imagem

Tem um doce de banana de corte, no caixote, esperando pra ser adquirido por você lá no nosso site. E não é só ele, não! Tem goiabada? Tem, sim senhor. Tem cocada? Tem, sim senhor. E ainda tem doces de leite variados, versões em bala puxa-puxa e muuuuito mais. Corre, que os produtos estão voando!

Fazenda Jotacê: cafés a preço de banana!

A gente se orgulha de ser uma fazenda que não apenas acompanha a produção do começo ao fim, mas que também segura os preços, mesmo nessa alta do café, pra que você consuma um produto de qualidade pagando um valor justo. Afinal, queremos que o cafezão especial seja de todos e para todos!

No nosso site, além de grãos incríveis, você encontra um empório (ou império?) de doces artesanais, como esta tão celebrada bananada. Tudo feito com o nosso típico carinho mineiro, que deixa tudim ainda mais gostoso. Vem conhecer e se deliciar!


Fazenda Jotacê

Coleção Origens

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