Goiabada Cascão na Caixa - 200g
Acabou. Esse foi rápido.
A Dona Lázara faz em pequena quantidade, sem pressa. Quando esse doce voltar pro tacho, ele volta pra prateleira. Deixa teu e-mail que eu te chamo na hora.
Quando ele voltar, a gente te avisa por e-mail.
Você também passa a receber a Prosa da Jotacê, nossa newsletter, e sai quando quiser.
Pronto. Te chamo assim que ele voltar pra prateleira.
Ingredientes e informações
Tabela nutricional
| Quantidade por porção | 100g | 40g | %VD* |
|---|---|---|---|
| Valor Energético | 342 kcal | 137 kcal | 7% |
| Carboidratos | 84.0 g | 33.0 g | 11% |
| Açúcares totais | 76.0 g | 30.0 g | - |
| Açúcares adicionados | 64.0 g | 26.0 g | 52% |
| Proteínas | 3.7 g | 1.5 g | 3% |
| Gorduras Totais | 1.0 g | 0.4 g | 1% |
| Gorduras Saturadas | 0.4 g | 0.2 g | 1% |
| Gorduras Trans | 0.0 g | 0.0 g | - |
| Fibra Alimentar | 7.4 g | 3.0 g | 12% |
| Sódio | 0 mg | 0 mg | 0% |
Tem cheiro que a gente nunca esquece, né?
O da goiabada cascão cozinhando devagar no tacho de cobre é um desses.
Doce encorpado, vermelho vivo, que vai tomando conta da casa inteira e trazendo aquela lembrança boa de tarde na roça, quando o tempo não tinha pressa e a goiaba era colhida no ponto certo.
Aqui a gente espera a fruta chegar no momento exato, quando já entregou toda a doçura pro tempo. Aí sim vira doce de goiaba cascão, do jeito certo.
No tacho, fogo baixo e mexida constante transformam a polpa naquela maravilha firme: goiabada cascão de corte, que corta sem desmanchar e segura a faca com respeito.
Não tem segredo, não tem química, não tem truque. Só goiaba de verdade, açúcar e o tempo que ela pede.
O resultado é uma goiabada cascão caseira, com textura densa, sabor generoso e identidade forte. Daquelas que você olha e já sabe: isso aqui foi feito com cuidado.
E como ela chega? Numa caixa linda, com cara de presente. Porque sim: esse é o tipo de doce que você leva pra visita e volta com fama.
Corta em cubinhos pro queijo minas no café da tarde. Come puro pra sentir a goiaba sem enfeite. Derrete levemente num bolo caseiro.
Faz o que o coração pedir, a goiabada segura qualquer companhia sem perder a personalidade.
O doce da Dona Lázara sempre teve lista curta. Leite fresco, açúcar, e tempo. Sobretudo tempo.
O tempo cura tudo. Doce bom é que nem queijo curado, precisa de tempo pra criar a casca, pro sabor firmar. No fim das contas não é sobre o doce. É sobre a arte de esperar.
Mais doce da Dona Lázara
Vai chegar bem? O doce não derrete ou esborracha no caminho?
Em quanto tempo chega?
O doce chega fresco?
Tem glúten? Lactose? Amendoim?
Por que custa mais que o doce do mercado?
Serve pra presentear?
Você tem 30 dias pra provar o doce com calma.
Não gostou? Devolve. A gente paga tudo de volta. Sem cara feia, sem formulário de três páginas, sem atendente enrolando até você desistir.
Combinado de gente grande: se você pediu vários, pode abrir um. Os outros voltam fechados, do jeito que saíram daqui. Justo.
Mas guarda o medo na gaveta. Doce da Dona Lázara voltar é que nem mineiro recusar café: ninguém nunca viu. Esse doce não costuma voltar. Costuma acabar.
A única garantia que a gente torce pra nunca usar.