Doce de Leite Receita Caipira - Lata 400g
Acabou. Esse foi rápido.
A Dona Lázara faz em pequena quantidade, sem pressa. Quando esse doce voltar pro tacho, ele volta pra prateleira. Deixa teu e-mail que eu te chamo na hora.
Quando ele voltar, a gente te avisa por e-mail.
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Pronto. Te chamo assim que ele voltar pra prateleira.
Ingredientes e informações
Tabela nutricional
| Quantidade por porção | 100g | 20g | %VD* |
|---|---|---|---|
| Valor Energético | 410 kcal | 82 kcal | 4% |
| Carboidratos | 82.0 g | 16.4 g | 5% |
| Açúcares totais | 82.0 g | 16.4 g | - |
| Açúcares adicionados | 72.0 g | 14.4 g | 29% |
| Proteínas | 6.8 g | 1.4 g | 3% |
| Gorduras Totais | 7.4 g | 1.5 g | 2% |
| Gorduras Saturadas | 4.6 g | 0.9 g | 5% |
| Gorduras Trans | 0.0 g | 0.0 g | - |
| Fibra Alimentar | 0.0 g | 0.0 g | 0% |
| Sódio | 110 mg | 22 mg | 1% |
Esse aqui já fez gente chorar. Sério. Fui eu.
É o doce de leite mais cremoso que já produzimos, daquele tipo que parece impossível de tão macio, tão brilhante, tão dourado quanto fim de tarde na roça.
Um doce de leite artesanal de verdade, feito com leite fresco, fogo baixo e a receita caipira que atravessa gerações (60 anos!).
Abriu a lata, vem aquele aroma que te leva direto pra cozinha da vó. É o cheiro do açúcar no ponto certo, do leite virando ouro líquido, da memória afetiva que só um doce de leite tradicional na lata consegue despertar.
E ele é perfeito pra tudo:
– passar no pão quentinho,
– rechear bolo,
– misturar com goiabada cremosa num êxtase que muda o conceito de sobremesa,
– ou fazer o que eu faço: comer purinho, de colher mesmo, sem julgamento.
Uma amiga minha, que jura que “não gosta de doce”, provou e disse:
“Acho que não senti o gosto certo, deixa eu pegar mais quatro colheradas.”
A gente entende. Acontece com todo mundo.
Esse é o tipo de doce de leite cremoso, caipira e autêntico, que faz as pessoas voltarem.
Um doce que não só alimenta. Aconchega.
O doce da Dona Lázara sempre teve lista curta. Leite fresco, açúcar, e tempo. Sobretudo tempo.
O tempo cura tudo. Doce bom é que nem queijo curado, precisa de tempo pra criar a casca, pro sabor firmar. No fim das contas não é sobre o doce. É sobre a arte de esperar.
Mais doce da Dona Lázara
Vai chegar bem? O doce não derrete ou esborracha no caminho?
Em quanto tempo chega?
O doce chega fresco?
Tem glúten? Lactose? Amendoim?
Por que custa mais que o doce do mercado?
Serve pra presentear?
Você tem 30 dias pra provar o doce com calma.
Não gostou? Devolve. A gente paga tudo de volta. Sem cara feia, sem formulário de três páginas, sem atendente enrolando até você desistir.
Combinado de gente grande: se você pediu vários, pode abrir um. Os outros voltam fechados, do jeito que saíram daqui. Justo.
Mas guarda o medo na gaveta. Doce da Dona Lázara voltar é que nem mineiro recusar café: ninguém nunca viu. Esse doce não costuma voltar. Costuma acabar.
A única garantia que a gente torce pra nunca usar.