Bananada de Corte no Caixote - 250g
Acabou. Esse foi rápido.
A Dona Lázara faz em pequena quantidade, sem pressa. Quando esse doce voltar pro tacho, ele volta pra prateleira. Deixa teu e-mail que eu te chamo na hora.
Quando ele voltar, a gente te avisa por e-mail.
Você também passa a receber a Prosa da Jotacê, nossa newsletter, e sai quando quiser.
Pronto. Te chamo assim que ele voltar pra prateleira.
Ingredientes e informações
Tabela nutricional
| Quantidade por porção | 100g | 40g | %VD* |
|---|---|---|---|
| Valor Energético | 376 kcal | 151 kcal | 8% |
| Carboidratos | 98.0 g | 39.0 g | 13% |
| Açúcares totais | 50.0 g | 20.0 g | - |
| Açúcares adicionados | 50.0 g | 20.0 g | 40% |
| Proteínas | 3.0 g | 1.2 g | 2% |
| Gorduras Totais | 0.0 g | 0.0 g | 0% |
| Gorduras Saturadas | 0.0 g | 0.0 g | 0% |
| Gorduras Trans | 0.0 g | 0.0 g | - |
| Fibra Alimentar | 3.9 g | 1.6 g | 6% |
| Sódio | 0 mg | 0 mg | 0% |
Você já provou bananada de verdade ou só aquelas de mercado que parecem borracha embaladas como se fossem doce?
Pois bem: aqui começa outra história.
Esta bananada de corte artesanal é feita do jeito que deveria ser: banana madura, panela quente, paciência e respeito.
Nada de amido pra enganar textura, nada de truque pra aumentar volume.
O resultado é um doce de banana cremoso, macio, fundo escuro brilhante e sabor tão intenso que parece conversa boa na varanda num fim de tarde.
A consistência? Cremosa o suficiente pra derreter na boca, firme o bastante pra você cortar devagarinho, exatamente como pede uma bananada tradicional mineira.
E por que o caixote de madeira?
Porque doce bem-feito merece casa à altura. Não é firula: é tradição, é charme, é aquele toque rústico que conversa com a alma mineira.
A embalagem já entrega o recado: “aqui tem um doce de banana daqueles que a vó escondia no armário pra render mais”.
Cada pedaço traz o sabor concentrado da fruta inteira.
É bananada pura banana, sem amido e sem atalhos.
Tem gente que come com queijo.
Tem gente que come pura.
Tem gente que corta um pedaço generoso, olha pros lados e finge que “nem pegou tanto assim”.
Se você procura um doce de banana caseiro, feito com carinho e profundidade de sabor, ou se quer descobrir o que realmente significa uma bananada cremosa, está no lugar certo.
O doce da Dona Lázara sempre teve lista curta. Leite fresco, açúcar, e tempo. Sobretudo tempo.
O tempo cura tudo. Doce bom é que nem queijo curado, precisa de tempo pra criar a casca, pro sabor firmar. No fim das contas não é sobre o doce. É sobre a arte de esperar.
Mais doce da Dona Lázara
Vai chegar bem? O doce não derrete ou esborracha no caminho?
Em quanto tempo chega?
O doce chega fresco?
Tem glúten? Lactose? Amendoim?
Por que custa mais que o doce do mercado?
Serve pra presentear?
Você tem 30 dias pra provar o doce com calma.
Não gostou? Devolve. A gente paga tudo de volta. Sem cara feia, sem formulário de três páginas, sem atendente enrolando até você desistir.
Combinado de gente grande: se você pediu vários, pode abrir um. Os outros voltam fechados, do jeito que saíram daqui. Justo.
Mas guarda o medo na gaveta. Doce da Dona Lázara voltar é que nem mineiro recusar café: ninguém nunca viu. Esse doce não costuma voltar. Costuma acabar.
A única garantia que a gente torce pra nunca usar.