Mangada Cremosa - Pote 400g
Acabou. Esse foi rápido.
A Dona Lázara faz em pequena quantidade, sem pressa. Quando esse doce voltar pro tacho, ele volta pra prateleira. Deixa teu e-mail que eu te chamo na hora.
Quando ele voltar, a gente te avisa por e-mail.
Você também passa a receber a Prosa da Jotacê, nossa newsletter, e sai quando quiser.
Pronto. Te chamo assim que ele voltar pra prateleira.
Ingredientes e informações
Tabela nutricional
| Quantidade por porção | 100g | 20g | %VD* |
|---|---|---|---|
| Valor Energético | 261 kcal | 52 kcal | 3% |
| Carboidratos | 66.0 g | 13.0 g | 4% |
| Açúcares totais | 51.0 g | 10.0 g | - |
| Açúcares adicionados | 51.0 g | 10.0 g | 20% |
| Proteínas | 1.4 g | 0.3 g | 1% |
| Gorduras Totais | 0.0 g | 0.0 g | 0% |
| Gorduras Saturadas | 0.0 g | 0.0 g | 0% |
| Gorduras Trans | 0.0 g | 0.0 g | - |
| Fibra Alimentar | 7.0 g | 1.4 g | 6% |
| Sódio | 0 mg | 0 mg | 0% |
Manga madura, açúcar e nada pra esconder.
Tem gente que chupa manga debruçado na pia. Tem gente que corta em cubinho com faca de serra. Tem gente que briga pelo caroço na frente das visitas. A Dona Lázara pegou a manga madura, juntou açúcar e mexeu até virar doce de manga de comer de colher. A cor é da manga, o corpo é da manga, o cheiro é da manga. Amido não foi convidado.
Não é geleia de manga, que escorre do pão e foge pela borda do prato. Também não é doce de corte, que pede faca. É doce de manga madura no ponto do meio: denso, cor de quintal em dezembro, liso na colher e com cheiro de fruta que caiu do pé ontem. Uma mangada cremosa que segura na colher e se entrega no resto.
Vai no pão de sal, no queijo minas que estava esperando companhia, no iogurte, na bola de sorvete de creme, no recheio do bolo de fubá e, quando a casa dorme, direto do pote de vidro com a porta da geladeira aberta. É doce de fruta sem atalho, feito em Uberlândia, onde a Dona Lázara faz doces mineiros desde 1970.
Fechado, mora no armário. Aberto, vai pra geladeira e pede pra acabar em até 10 dias. Pra um doce cremoso desses, dez dias é prazo de sobra. O pote não chega no terceiro.
Mangada Dona Lázara. Manga de quintal pra quem não tem quintal.
O doce da Dona Lázara sempre teve lista curta. Leite fresco, açúcar, e tempo. Sobretudo tempo.
O tempo cura tudo. Doce bom é que nem queijo curado, precisa de tempo pra criar a casca, pro sabor firmar. No fim das contas não é sobre o doce. É sobre a arte de esperar.
Mais doce da Dona Lázara
Vai chegar bem? O doce não derrete ou esborracha no caminho?
Em quanto tempo chega?
O doce chega fresco?
Tem glúten? Lactose? Amendoim?
Por que custa mais que o doce do mercado?
Serve pra presentear?
Você tem 30 dias pra provar o doce com calma.
Não gostou? Devolve. A gente paga tudo de volta. Sem cara feia, sem formulário de três páginas, sem atendente enrolando até você desistir.
Combinado de gente grande: se você pediu vários, pode abrir um. Os outros voltam fechados, do jeito que saíram daqui. Justo.
Mas guarda o medo na gaveta. Doce da Dona Lázara voltar é que nem mineiro recusar café: ninguém nunca viu. Esse doce não costuma voltar. Costuma acabar.
A única garantia que a gente torce pra nunca usar.