Cachaça Sepultura Extra Premium 8 Anos 700ml
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Ingredientes e informações
Passou oito anos enterrada. Saiu dourada.
Minas Gerais exporta três coisas com orgulho: queijo, café e barulho. O barulho mais famoso saiu de Belo Horizonte em 1984 e rodou o mundo com o nome de Sepultura. Agora voltou pra casa engarrafado. A cachaça do Sepultura é feita pela Destilaria Batista, na Fazenda Boa Sorte, em Sacramento, e passou OITO ANOS dentro de barril de carvalho francês de primeiro uso, aquele que ainda não tinha dado gosto pra ninguém.
Toda cachaça premium fica pelo menos um ano na madeira. A cachaça extra premium fica três. Essa ficou oito, e dá pra ver na cor: dourada puxando pro caramelo escuro. No nariz vêm malte, mel, coco queimado, fruta escura seca e especiaria defumada. Na boca é oleosa, marcante e demora pra ir embora, que nem show que o público não deixa acabar.
A Cachaça Sepultura é cachaça mineira de cana e só: mosto fermentado do caldo, 40% vol, sem glúten. Edição limitada, com garrafa numerada de fábrica. Uma cachaça envelhecida desse calibre vai pra estante da sala, pro presente do sogro, pra coleção de quem guarda garrafa fechada feito vinil raro e pro primo que ainda usa a camiseta do Roots de 1996.
A gente conhece a casa. Foi num barril da cachaça Batista que o nosso Kawá de Barril dormiu antes de virar café. Quem empresta barril pra café sabe o que faz com cachaça envelhecida em carvalho.
Cachaça Sepultura. Oito anos enterrada e nunca esteve tão viva.
Venda proibida para menores de 18 anos. Beba com moderação.
Tem mais trem bão por aqui.
Você tem 30 dias pra provar com calma.
Não gostou? Devolve. A gente paga tudo de volta. Sem cara feia, sem formulário de três páginas, sem atendente enrolando até você desistir.
Combinado de gente grande: se você pediu várias, pode abrir uma. As outras voltam fechadas, do jeito que saíram daqui. Justo.
Mas guarda o medo na gaveta. O que a gente traz pra cá não costuma voltar. Costuma acabar.
A única garantia que a gente torce pra nunca usar.