Cachaça Batista Prata 700ml
Acabou. Essa foi rápida.
Quando voltar pra prateleira, a gente te chama. Deixa teu e-mail aí.
Quando ele voltar, a gente te avisa por e-mail.
Você também passa a receber a Prosa da Jotacê, nossa newsletter, e sai quando quiser.
Pronto. Te chamo assim que ele voltar pra prateleira.
Ingredientes e informações
Desde 1943 fazendo a mesma coisa. Ainda não cansou.
Tem trem que não precisa de reforma. Na Fazenda Boa Sorte, em Sacramento, a cachaça Batista sai do alambique desde 1943, quando rádio era novidade, geladeira era luxo de prefeito e ninguém tinha ouvido falar em drinque autoral. É cachaça mineira do Triângulo, feita de cana e água, com 40% vol e sem glúten.
Essa é a prata. Transparente que nem água de mina, sem cor nenhuma pra disfarçar. Cachaça de alambique prata é que nem foto 3x4: não tem filtro, não tem luz bonita e mostra EXATAMENTE o que é. Uma cachaça branca não tem onde se esconder, e é por isso que pouca gente acerta.
Por isso é a cachaça prata que vai pro limão da caipirinha, pro rabo de galo do boteco, pra batida da festa junina e pra garrafa de curtir que o tio enche de casca de laranja, cravo e uma teimosia que ninguém explica.
Quem procura cachaça mineira artesanal costuma pagar pelo rótulo bonito. Aqui o rótulo é branco, com uma estrela no meio, e o que pesa é o que vem dentro. Uma cachaça artesanal de minas sem pose de garrafa de coleção.
Cachaça Batista Prata. Mais de oitenta anos de prática pra fazer a coisa mais simples do mundo.
Venda proibida para menores de 18 anos. Beba com moderação.
Tem mais trem bão por aqui.
Você tem 30 dias pra provar com calma.
Não gostou? Devolve. A gente paga tudo de volta. Sem cara feia, sem formulário de três páginas, sem atendente enrolando até você desistir.
Combinado de gente grande: se você pediu várias, pode abrir uma. As outras voltam fechadas, do jeito que saíram daqui. Justo.
Mas guarda o medo na gaveta. O que a gente traz pra cá não costuma voltar. Costuma acabar.
A única garantia que a gente torce pra nunca usar.