Pé de Moleque de Rapadura - 300g
Acabou. Esse foi rápido.
A Dona Lázara faz em pequena quantidade, sem pressa. Quando esse doce voltar pro tacho, ele volta pra prateleira. Deixa teu e-mail que eu te chamo na hora.
Quando ele voltar, a gente te avisa por e-mail.
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Pronto. Te chamo assim que ele voltar pra prateleira.
Ingredientes e informações
Tabela nutricional
| Quantidade por porção | 100g | 20g | %VD* |
|---|---|---|---|
| Valor Energético | 510 kcal | 102 kcal | 5% |
| Carboidratos | 41.5 g | 8.3 g | 3% |
| Açúcares totais | 39.0 g | 7.8 g | - |
| Açúcares adicionados | 39.0 g | 7.8 g | 16% |
| Proteínas | 20.0 g | 4.0 g | 5% |
| Gorduras Totais | 32.5 g | 6.5 g | 12% |
| Gorduras Saturadas | 6.0 g | 1.2 g | 5% |
| Gorduras Trans | 0.0 g | 0.0 g | - |
| Fibra Alimentar | 6.0 g | 1.2 g | 5% |
| Sódio | 14 mg | 3 mg | 0% |
Dois ingredientes. Dois. Amendoim e rapadura. Não tem mais nada.
Não tem corante. Não tem conservante. Não tem estabilizante, emulsificante, espessante, nem nenhum nome que você precisaria de um diploma pra pronunciar.
É rapadura com amendoim no fogo, no ponto, na mão, do mesmo jeito que se faz desde que festa junina era festa junina e não evento com ingresso numerado.
O resultado é um pé de moleque crocante que estala na mordida e larga um gosto de rapadura que fica.
Fica na boca, fica na memória, fica na saudade de uma época que você viveu.
Cada pedaço é um doce de amendoim que não pede desculpa por ser simples, porque o simples, quando é de verdade, é a coisa mais difícil de imitar.
Este é o pé de moleque de rapadura da Dona Lázara.
O pé de moleque tradicional que não mudou a receita porque ninguém conseguiu provar que precisava mudar. Embalagem de 300g. Parece bastante. Não é.
O doce junino que não espera junho pra aparecer e que, se dependesse de quem prova, não sairia de cena nunca.
Doces Dona Lázara na Fazenda Jotacê — Doces de dois ingredientes. E zero explicação.
O doce da Dona Lázara sempre teve lista curta. Leite fresco, açúcar, e tempo. Sobretudo tempo.
O tempo cura tudo. Doce bom é que nem queijo curado, precisa de tempo pra criar a casca, pro sabor firmar. No fim das contas não é sobre o doce. É sobre a arte de esperar.
Mais doce da Dona Lázara
Vai chegar bem? O doce não derrete ou esborracha no caminho?
Em quanto tempo chega?
O doce chega fresco?
Tem glúten? Lactose? Amendoim?
Por que custa mais que o doce do mercado?
Serve pra presentear?
Você tem 30 dias pra provar o doce com calma.
Não gostou? Devolve. A gente paga tudo de volta. Sem cara feia, sem formulário de três páginas, sem atendente enrolando até você desistir.
Combinado de gente grande: se você pediu vários, pode abrir um. Os outros voltam fechados, do jeito que saíram daqui. Justo.
Mas guarda o medo na gaveta. Doce da Dona Lázara voltar é que nem mineiro recusar café: ninguém nunca viu. Esse doce não costuma voltar. Costuma acabar.
A única garantia que a gente torce pra nunca usar.