Goiabada Cremosa Receita Caipira - Lata 400g
Acabou. Esse foi rápido.
A Dona Lázara faz em pequena quantidade, sem pressa. Quando esse doce voltar pro tacho, ele volta pra prateleira. Deixa teu e-mail que eu te chamo na hora.
Quando ele voltar, a gente te avisa por e-mail.
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Pronto. Te chamo assim que ele voltar pra prateleira.
Ingredientes e informações
Tabela nutricional
| Quantidade por porção | 100g | 20g | %VD* |
|---|---|---|---|
| Valor Energético | 261 kcal | 52 kcal | 3% |
| Carboidratos | 66.0 g | 13.0 g | 4% |
| Açúcares totais | 51.0 g | 10.0 g | - |
| Açúcares adicionados | 51.0 g | 10.0 g | 20% |
| Proteínas | 1.4 g | 0.3 g | 1% |
| Gorduras Totais | 0.0 g | 0.0 g | 0% |
| Gorduras Saturadas | 0.0 g | 0.0 g | 0% |
| Gorduras Trans | 0.0 g | 0.0 g | - |
| Fibra Alimentar | 7.0 g | 1.4 g | 6% |
| Sódio | 0 mg | 0 mg | 0% |
Pode abrir a lata. Vai. Abre.
Sente esse cheiro de goiabada cremosa subindo e tomando a cozinha inteira.
Agora me diz se isso não é o doce de goiaba mais bonito que apareceu por aí nessa década.
Goiabada cremosa de verdade tem esse poder: te leva pra um lugar bom antes mesmo da primeira colherada.
Vermelho vivo que brilha na lata, textura sedosa que se espalha devagar, sabor que lembra goiaba colhida madura no pé. É a tal da goiabada caseira, só que em versão prática, dentro de uma lata de 400 g.
Do mesmo jeito que essa goiaba se entregou à cremosidade, você vai se entregar a ela. É uma goiabada de colher, aveludada, generosa, do tipo que você ataca direto da lata e finge que vai guardar o resto pra depois (a gente sabe que não vai).
No pão fresco, vira sobremesa com goiabada em dois segundos.
No queijo minas, assume a identidade completa de Romeu e Julieta.
Misturada com doce de leite cremoso, essa goiabada artesanal fica quase criminosa, quem já fez essa combinação sabe que é outro nível de “doce de goiaba cremoso”.
E aqui não tem amido pra fazer corpo falso. Não tem atalho, não tem truque.
É goiabada sem amido, feita só com goiaba madura, açúcar na medida certa e o tempo necessário no tacho de cobre, no esquema de receita caipira que a Dona Lázara aprendeu lá atrás e nunca mais largou.
O mesmo capricho de quem sabe que goiabada tradicional não se faz correndo.
Você vai abrir essa goiabada na lata num dia qualquer, “só pra experimentar”. Duas horas depois, vai perceber que comeu mais da metade e não se arrepende de nada. É o tipo de goiabada mineira que faz a gente mandar mensagem pra mãe só pra agradecer por Minas Gerais existir.
Lata de Goiabada Cremosa Dona Lázara: compra duas.
Uma pra você, outra de presente. Spoiler: você vai querer ficar com as duas.
O doce da Dona Lázara sempre teve lista curta. Leite fresco, açúcar, e tempo. Sobretudo tempo.
O tempo cura tudo. Doce bom é que nem queijo curado, precisa de tempo pra criar a casca, pro sabor firmar. No fim das contas não é sobre o doce. É sobre a arte de esperar.
Mais doce da Dona Lázara
Vai chegar bem? O doce não derrete ou esborracha no caminho?
Em quanto tempo chega?
O doce chega fresco?
Tem glúten? Lactose? Amendoim?
Por que custa mais que o doce do mercado?
Serve pra presentear?
Você tem 30 dias pra provar o doce com calma.
Não gostou? Devolve. A gente paga tudo de volta. Sem cara feia, sem formulário de três páginas, sem atendente enrolando até você desistir.
Combinado de gente grande: se você pediu vários, pode abrir um. Os outros voltam fechados, do jeito que saíram daqui. Justo.
Mas guarda o medo na gaveta. Doce da Dona Lázara voltar é que nem mineiro recusar café: ninguém nunca viu. Esse doce não costuma voltar. Costuma acabar.
A única garantia que a gente torce pra nunca usar.